16 Bits da Depressão http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br O 16 Bits da Depressão vai abordar os assuntos que estão em alta no universo gamer, sempre com muito bom humor e poucos pixels. Fri, 13 Sep 2019 13:17:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Terror retrô: 13 jogos sinistros para uma Sexta-Feira 13 http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/09/13/terror-retro-13-jogos-sinistros-para-uma-sexta-feira-13/ http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/09/13/terror-retro-13-jogos-sinistros-para-uma-sexta-feira-13/#respond Fri, 13 Sep 2019 13:16:56 +0000 http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/?p=213

O bom de datas especiais como a de hoje é que elas servem de pretexto para que a gente consuma algum entretenimento específico. É claro que nenhum de nós precisa de pretexto pra jogar videogame, mas convenhamos que determinadas ocasiões acabam propiciando o clima ideal para tal.

Quem nunca se empolgou com a programação especial que determinados canais de televisão preparavam para estas datas? Eu, por exemplo, corria para a locadora na esperança de encontrar o cartucho de Splatterhouse disponível para poder curtir alternadamente com a maratona de cine Trash na TV.

Cito Splatterhouse porque ele era um dos poucos do gênero de terror que conheci antes da chegada da quinta geração de consoles e, em seguida, a popularização da internet. Através dela passei a conhecer diversos outros games assustadores que tive a oportunidade de jogar e que listo com muito prazer por aqui.

Focaremos em jogos da era pré-Resident Evil, uma vez que o gênero de horror de sobrevivência se popularizou imensamente a partir daí, ganhando tantos títulos memoráveis que seria um sacrilégio tentar listar os principais sem deixar algum memorável jogo de fora.

1 – Sweet Home

Pegando o gancho em Resident Evil, vamos abrir a lista com este jogo que é considerado o pai da franquia e grande precursor do gênero.


Em 1989, a Capcom dava seus primeiros passos na tentativa de causar calafrios nos jogadores de Nintendinho. Pois é, para quem está acostumado com a Nintendo “Family Friendly” de hoje em dia, pode até ser um espanto saber que a empresa teve um papel fundamental no desenvolvimento do terror psicológico em jogos eletrônicos.

2 – Laser Ghost

Lançado no mesmo ano de “Sweet Home”, “Laser Ghost” foi a tentativa da SEGA em aproveitar o universo de horror em seus jogos de entretenimento. Por se tratar de um jogo de estilo “shooter”, seu fator assustador é praticamente nulo, mesmo contando com uma grande diversidade de criaturas grotescas como inimigas.


Em sua versão de Master System, o jogo ganha um aspecto totalmente diferente e ainda conta com a adição de uma protagonista indefesa que precisa ser protegida pelos disparos do jogador.

3 – Clock Tower

Aqui temos outra protagonista, completamente indefesa, que faz sua participação em uma das principais franquias de horror de todos os tempos.


“Clock Tower” explora o gênero “thriller”, incumbindo o jogador de escapar de um psicopata utilizando o cérebro como principal arma. Como foi lançado originalmente para Super Nintendo, aí vemos outro bom exemplo de que a “Big N” prezava por seu conteúdo adulto e sequer cogitava censurar cenas explícitas de violência.

4 – Nosferatu

Caso o exemplo anterior não tenha sido suficiente, aqui temos mais um game brutal e ousado que a Nintendo trouxe para o SNES.

E não digo brutal apenas em conteúdo: “Nosferatu” é o tipo de jogo que pune o jogador com uma dificuldade acima do habitual, merecendo até entrar para a lista dos jogos mais difíceis da era 16 bits.

5 – Splatterhouse

A concorrência não ficou de fora da onda dos jogos de terror. O port do Arcade para Mega Drive de “Splatterhouse” teve tanto sucesso que as sequências, “Splatterhouse 2” e 3, foram lançadas com exclusividade no console da SEGA.

Deliberadamente ou não, a semelhança de seu protagonista com o icônico personagem Jason Voorhees, do filme Sexta-Feira 13, foi crucial para a popularização do game. Tanto que até hoje é comum ver pessoas confundindo Rick com Jason.

6 – Friday the 13th

Aqui não há confusão, já que a LJN obteve licenciamento do filme Sexta-Feira 13 para desenvolver um jogo para a (adivinhe só) Nintendo.

Aos ávidos consumidores de jogos antigos é notório que a LJN carrega a má reputação de ter desenvolvido diversos jogos de péssima qualidade, baseados em filmes de sucesso como tentativa desesperada de alavancar as vendas de seus produtos. Para mim, aqui eles rompem esse paradigma ao entregar uma experiência bem dinâmica e divertida para o jogador.

7 – Halloween

Falando em filmes de terror, outra obra que ganhou uma versão de vídeo game foi “Halloween”. Curiosamente, o título do jogo foi erroneamente traduzido para “Sexta-Feira 13” quando foi lançado para o Atari 2600 aqui no Brasil por volta de 1983. Uma gafe e tanto né? Mas só atire a primeira pedra aquele que nunca confundiu Jason com Michael Myers.

Gosto de citar este game como um dos mais antigos a envelhecer tão bem. Ainda hoje é possível se divertir jogando por algumas horas pelo ímpeto de melhorar sua própria pontuação, ou apenas pelo sádico impulso de ver uma decepada ambulante.

8 – The Texas Chainsaw Massacre

Ainda em se tratando de jogos baseados em filmes de terror para o Atari, vale citar que “O Massacre da Serra Elétrica” teve sua passagem pelos games trazendo uma experiência bem inusitada para o jogador: nele você controla o vilão.

Isso mesmo. Como o próprio manual do jogo cita, seu objetivo é eliminar cada turista que você encontrar invadindo sua propriedade antes que o combustível de sua motosserra se esgote.

9 – I Have No Mouth and I Must Scream

Este aqui não veio de nenhum filme, e sim de um conto considerado um clássico da ficção científica pós-apocalíptica.

Alguns minutos de jogatina são mais que suficientes para saber o porquê de um jogo baseado em um conto de ficção científica estar nesta lista. O jogo ficou absolutamente sombrio e perturbador,  aproveitando-se da mecânica simples de jogos point and click para dar foco em sua narrativa e efeitos audiovisuais impactantes.

10 – Dark Seed

Outro point and click que usufrui do recurso narrativo para explorar o terror psicológico é “Dark Seed”. Jogo visualmente impressionante que conta com a arte do artista H. R. Giger, mundialmente conhecido pelo seu trabalho de design no filme Alien, O Oitavo Passageiro.

O jogo é um prato cheio para qualquer aficionado por artes sombrias. Sério, ele é tão deslumbrante que eu diria que se trata de um presente de Giger para nós, jogadores de videogame.

11 – Alone in The Dark

Em 1992, enquanto desenvolvedores tentavam explorar o máximo dos pixels nos consoles, a Infogrames já estava um passo a frente ao utilizar polígonos na construção do que seria o primeiro jogo de horror em 3D.

Privilegiados foram os que puderam ter um PC da época para jogá-lo. Isso porque “Alone in The Dark” só foi dar as caras em consoles dois anos mais tarde no caríssimo 3DO.

12 – Phantasmagoria

Agora que já abordamos jogos 2D e 3D, desenhados em pixels e modelados em polígonos, também vale citar este game que foi produzido de forma bem distinta de tudo que vimos até aqui. “Phantasmagoria” foi um dos primeiros jogos a utilizar imagens de atrizes e atores reais para captação de diversos recortes de vídeo que compõem o jogo.

Ao todo foram necessários 7 CD-ROMs para levar esta aventura gráfica aos computadores, configurando como um dos jogos pioneiros no gênero de drama interativo. Alguém ainda tem esses CDs por aí?

13 – Kenseiden

Prevendo a inquietação dos fãs de Master System, não poderia deixar de citar “Kenseiden”, ainda mais como grande entusiasta da temática samurai.


Muito além da minha vaidade e do fan-service aos mastermaníacos, este é um título que merece estar aqui por toda sua atmosfera sombria. Representando muito bem a importância do J-Horror no cenário de horror fictício.

XX BÔNUS TRACK XX

Como bônus da lista, fiquem com esta animação que fizemos reunindo um pouco do universo de terror com uma música da banda Misfits, especialmente para a data de hoje.

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Estas foram as recomendações do dia. Agora é a vez de vocês separarem os games, ajeitarem o quarto para mantê-lo bem escuro e iniciar sua maratona de jogos horripilantes.
Também não deixe de compartilhar conosco sua experiência e sinta-se a vontade para complementar nossa lista com outras recomendações.

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Um papo retrô-cabeça: por que o jovem não conhece o lendário Terry Bogard? http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/09/06/um-papo-retro-cabeca-por-que-o-jovem-nao-conhece-o-lendario-terry-bogard/ http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/09/06/um-papo-retro-cabeca-por-que-o-jovem-nao-conhece-o-lendario-terry-bogard/#respond Fri, 06 Sep 2019 20:52:07 +0000 http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/?p=198

Durante a Nintendo Direct realizada na quarta-feira (4) foi anunciada a chegada do nosso querido Terry Bogard ao universo de Super Smash Bros Ultimate, levando ao delírio os fãs da Nintendo e da SNK.
De 1991 a 1999, Fatal Fury, a série onde Terry é protagonista, recebeu seis jogos canônicos e mais alguns “spin-offs”, consagrando-se como um dos principais jogos de luta da SNK ao lado de Art of Fighting e Samurai Shodown.

Certamente, a fama do nosso lutador de jaqueta vermelha foi muito além com sua inclusão na série de jogos de The King of Fighters. De 1994 a 2016, Terry gabaritou a presença em todos jogos da série, e tudo indica que ele não ficará de fora do 15º jogo anunciado recentemente.

Mas mesmo com todas essas notáveis aparições em alguns dos principais jogos de lutas da quarta geração de consoles até os atuais, muitos jovens demonstraram desconhecer de quem se trata. Chegaram até a confundir Terry e compará-lo com um treinador Pokémon.

A confusão virou notícia em diversos lugares, gerando algumas calorosas discussões com opiniões variadas. Alguns atribuíram a confusão à “nutelagem” dos jovens, outros apontam isso como algo natural no entretenimento, e uma parcela dos comentaristas culpa a própria SNK por falhar em entregar um jogo atrativo com a figura do Terry Bogard.

Em meio a tantos desacordos, destaco as ponderações que fiz juntamente com o grandioso Celso Affini, do canal Defenestrando Jogos.


Acho até OK alguém por aí não conhecer o Terry, mas não conhecer o Celso já é demais.

O cara é, simplesmente, um dos mais prestigiados criadores de conteúdo retro gamer, tendo iniciado seu trabalho de enaltecimento de jogos clássicos lá em 2011.

Sentindo que o tópico é bem mais profundo e aproveitando nossa capacidade de discordar um do outro sem causar qualquer inimizade, resolvemos estender o papo por aqui na esperança de agregar algumas observações relevantes sobre o tema.

Vamos lá?

16 Bits – Em seu comentário, você aborda o fator temporal e também o desinteresse das novas gerações. Além dessas causas, você acha que as produtoras de jogos como a SNK também possuem uma parcela de culpa?

Celso – Sim e não, mas deixa eu explicar para não ficar confuso. As empresas tentam disponibilizar o que o público procura e acho que sabemos que hoje vivemos de HYPE, daquela sensação de estar vivendo as últimas novidades, então as empresas procuram satisfazer o público. E acredito que ele é o maior culpado em vários momentos.

Você menciona a SNK, e se voltarmos para 1994, sabemos que ali começou uma das séries de jogos do estilo “Fighting Game” mais famosas do mundo: “The King of Fighters” foi um sucesso, tanto que se tornou o carro-chefe da empresa. Seguindo por anos como o destaque da SNK, juntamente com Metal Slug, que também saiu na época e foi um sucesso, mesmo sendo produzido pela NAZCA.

Voltando à questão: a SNK se focou com afinco nos jogos que o público dela queria, porém, as novas tecnologias tornaram possíveis muito mais jogos diferentes, com gráficos poligonais que hoje são a tendência. A SNK não conseguiu acompanhar, e foi especializando-se apenas em um estilo de jogo que se tornou, também, meio que obsoleto.

O público foi procurar outros meios de se divertir com jogos e já sabemos da história de perdas da SNK, que foi comprada pela Playmore, e que tem tentado e conseguido bons resultados reavaliando seus trabalhos com os jogos.

Então parte da culpa é da empresa, sim, que alimenta os jogadores, dá a eles exatamente o que eles querem. Muitas vezes elas se fecham para novidades, para solidificar o público; e ele, como parte também do problema, pega aquilo usufrui, e depois de um tempo simplesmente deixa de lado. É o “hype” né? As novidades acabam sendo mais legais e mais importantes.

Isso gera essa relação de amor e ódio entre as empresas e o público, e por isso o “tempo” acaba sendo o maior inimigo dos jogos. Talvez quando a natureza humana mudar, o tempo seja visto de uma forma diferente e afete esse entretenimento diferentemente de hoje.

16 Bits – Compreendo e até concordo que o “problema” seja justamente uma questão de demanda. Por outro lado, me pergunto: será que, de fato, existe esse “problema”? Pois quando falamos de “culpa”, estamos indiretamente assumindo o absurdo que é o jovem não reconhecer um personagem icônico de nossa época.

Será que nossas colocações são apenas nosso “espírito de tiozão” falando mais alto? Afinal de contas, Pokémon tem sido uma febre mundial há mais de duas décadas, sendo televisionado na TV aberta por diversos anos. Vale lembrar que a franquia Pokémon consegue ser mais lucrativa que Harry Potter, Star Wars e até mesmo Mario Bros. Sendo assim, será que o jovem está certo ao ver um mestre Pokémon quando olha o Terry?

Celso – Não é bem uma questão de “problema”. Acho que é natural isso, estar querendo viver as novidades em uma certa parte de nossas vidas. Sinceramente, nem achei tão desproporcional nossa reflexão em relação a questão de sermos tiozões, achei até normal isso, tanto que culpei o “tempo”… hahaha.

Pokémon realmente é um exemplo de sucesso, mas quantos dos garotos de hoje jogaram os primeiros Pokémons? Quantos conseguiriam jogar Pokémon Red e Blue no hardware original? É difícil saber, talvez a resposta seja melhor ou pior do que imaginemos.

Mas essas reações da nova geração são, a meu ver, “corretas”, pois é um referencial para eles e eles puxaram para aquilo que eles conheciam, como a gente fazia na época também. Em Pit Fighter, o lutador Ty era chamado de Van Damme, qualquer lutador chinês de calça preta e sem camisa era o Bruce Lee etc. Então tínhamos nosso referencial nos filmes e os jogos da época bebiam dessa fonte.

Já hoje, tudo mudou, então achei super tranquilo o que ocorreu. Infelizmente o tempo passa, certas coisas não têm mais a mesma importância e nem são mais o norte para toda uma geração. Com meus 43 anos hoje, fico muito feliz de viver o que vivi e ver como as coisas mudam e como não podemos colocar tudo em pedestais de nostalgia, pois no final tudo muda, a vida se transforma e já estamos vendo que nos jogos isso está acontecendo.

16 Bits – Bacana demais, Celso. Obrigado por este breve papo prazeroso. Tenho certeza que irá agregar bastante a quem resolver refletir sobre tudo isso.

Celso – E já deixo meus agradecimentos a você, 16 Bits, pois esse assunto dá muito pano pra manga e eu adoro essas reflexões. Meu muito obrigado, e precisando é só chamar.

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No aniversário do Rei do Pop, relembre os games de Michael Jackson http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/08/29/no-aniversario-do-rei-do-pop-relembre-os-games-de-michael-jackson/ http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/08/29/no-aniversario-do-rei-do-pop-relembre-os-games-de-michael-jackson/#respond Thu, 29 Aug 2019 16:53:59 +0000 http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/?p=181

Essa semana foi agitada para amantes de retro games. A Disney anunciou uma coletânia com versões remasterizadas de ‘Rei Leão” e “Aladdin” para PlayStation 4, Xbox One, Switch e PC. “Blasphemeous” liberou uma versão de demonstração na Steam revelando um jogo muito mais profundo que apenas um “Dark Souls de plataforma”. “Monster Rancher” de Playstation 1 será lançado no Switch e a Yacht Club Games revelou um magnífico trailer da continuação de “Shovel Knight”. 

Entre todos estes tópicos da semana, como fã extremamente entusiasta, não posso deixar de mencionar que nesta quinta-feira (29) seria o 61º aniversário de uma das lendas da música mundial: Michael Jackson.

“Ora, mas o que Michael Jackson tem a ver com video games?” – Tudo!

Abaixo destaco algumas passagens junto com outra grande entusiasta de jogos antigos e do nosso querido rei do pop, a Sora da Central Pandora.

A trajetória de Michael Jackson nos Jogos

Michael Jackson’s Moonwalker

Ao ler esse nome, muitos leitores certamente vão se lembrar de Michael Jackson’s Moonwalker do Mega Drive. Mas esse título engloba uma série de jogos, baseados no seu filme Moonwalker de 1988.

Todos eles contam com uma trama parecida, com o Rei do Pop salvando as crianças que foram raptadas pelo vilão Mr. Big. A grande diferença entre as versões do jogo fica por conta do gameplay.

O primeiro jogo desenvolvido pela Emerald Software Ltd e American Keypunch Software, e lançado para computadores domésticos, era bem simples.

Michael Jackson’s Moonwalker para Amiga

Ele tinha quatro fases diferentes, sendo a primeira e a segunda labirintos com visão de cima. A terceira fase, inspirada no clipe de Smooth Criminal era um side scroller. E na quarta e última o jogador se transformava em um robô para atirar nos inimigos.

Parceria com a Sega

Nessa mesma época, a Sega estava querendo associar os maiores nomes da cultura pop aos seus consoles para aumentar as vendas. E Michael Jackson, que estava sob holofotes, seria a pessoa perfeita para isso.

Foi aí que surgiu a versão de arcade de Michael Jackson’s Moonwalker. Desenvolvido pela Sega, o jogo para fliperamas é um beat’em up no qual o Rei do Pop ataca os inimigos usando poderes mágicos.

A máquina tinha suporte para até três jogadores, cada um controlando um Michael de cor diferente.

Já o Michael Jackson’s Moonwalker lançado para Mega Drive e Master System seguiu com um gameplay de plataforma 2D, mas que não perde nada para a versão de arcade. Inclusive, esta é a mais popular entre as aparições de Michael Jackson nos jogos.

Em ambos os jogos, temos versões sintetizadas de grandes sucessos do Rei do Pop como Smooth Criminal, Beat It, Bad e Billie Jean. Além de poder percorrer localidades dos clipes e do filme realizando vários movimentos clássicos de Michael, incluindo até mesmo o clássico “moonwalk”.

Trilha Sonora de Sonic 3

Quando se fala em Michael Jackson e Sega, outro fato muito conhecido foi a sua contribuição na trilha sonora de Sonic the Hedgehog 3. Apesar de nunca ter sido creditada, a participação de Michael na trilha sonora jogo foi confirmada anos depois pelo amigo e parceiro musical Brad Buxer.

Não se sabe exatamente o que aconteceu para a saída dele do projeto e o quanto do seu trabalho foi usado na versão final. Alguns rumores apontam que ele saiu por causa dos escândalos em que se envolveu na época, enquanto outros dizem que foi porque ele estava insatisfeito com a qualidade do som do console.

Participações mais do que Especiais

Por ser uma das figuras mais populares da cultura pop, Michael Jackson teve inúmeras aparições e participações especiais em jogos. Até mesmo o mobile Plants vs. Zombies prestou uma homenagem ao cantor, com um zumbi que vem dançando vestido com o seu icônico visual de Thriller.

Mas existem duas participações de Michael em jogos que se tornaram bastante notáveis. A primeira delas foi como boxeador no jogo Ready 2 Rumble Boxing: Round 2. O maluco jogo de boxe lançado para Dreamcast, Nintendo 64, PlayStation, PlayStation 2 e Game Boy Advance, tinha vários personagens um tanto inusitados, incluindo Bill e Hillary Clinton e Shaquille O’Neal.

E Michael aparece como um boxeador secreto, dublado por ele mesmo. Como não poderia deixar de ser, o boxeador tem movimentos baseados nas icônicas coreografias do cantor. Dizem até que ele fez a captura de movimentos e fotografias digitais para o personagem.

Space Michael – Michael Jackson em Space Channel 5

Outra participação bastante notável de Michael Jackson nos jogos foi na franquia Space Channel 5. No primeiro jogo, o personagem Space Michael teve uma aparição surpresa na quarta missão como um aliado da protagonista Ulala.

E depois ele ainda retorna em Space Channel 5: Part 2, com uma participação ainda maior para o deleite dos fãs.

O personagem de Michael tem o visual futurista baseado no clipe Scream, que o cantor gravou junto com a sua irmã, Janet Jackson.

Segundo alguns rumores, foi o próprio Michael Jackson que foi atrás da Sega para expressar o seu interesse em participar de Space Channel 5. Mas como o jogo já estava quase pronto, o seu personagem teve apenas uma rápida aparição no primeiro.

Michael Jackson: The Experience

No fim, o único jogo que Michael Jackson protagonizou em vida foi Moonwalker. Lançado em 2010, um ano após a morte o cantor, Michael Jackson: The Experience é um jogo de dança desenvolvido e publicado pela Ubisoft e Triumph International que traz um tributo à sua carreira.

Ele foi lançado inicialmente para Wii, Nintendo DS e PlayStation Portable e depois portado para várias outras plataformas. E as suas vendas foram um grande sucesso. Quem adquiriu “Michael Jackson: The Experience” na pré-venda ganhou até uma réplica da famosa luva usada pelo artista.

Este é um jogo de dança nos moldes de “Just Dance” que conta com os maiores sucessos do Rei do Pop. Ele tem em sua biblioteca vários sucessos de Michael Jackson, levando os jogadores por diversas décadas de clipes e músicas marcantes.

Essas foram as principais participações de Michael Jackson nos jogos até então. Resta-nos torcer para que seu legado musical continue proliferando pelos games de hoje. Quem ai não gostaria de pilotar aquela máquina pelas ruas de “Cyberpunk 2077” ouvindo uma versão alternativa de “Beat it”?
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Teste: qual personagem dos games faria um bom par romântico com você? http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/08/23/teste-qual-personagem-dos-games-faria-um-bom-par-romantico-com-voce/ http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/08/23/teste-qual-personagem-dos-games-faria-um-bom-par-romantico-com-voce/#respond Fri, 23 Aug 2019 14:01:54 +0000 http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/?p=172

Já parou pra imaginar qual seria seu par romântico ideal do mundo dos games?

Faça o teste e descubra! Ah, e não se esqueça de compartilhar conosco seu resultado.

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“Num me dirige a palavra”: você conhece o meme do “Sonic antissocial”? http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/08/16/voce-conhece-a-origem-do-meme-sonic-antissocial/ http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/08/16/voce-conhece-a-origem-do-meme-sonic-antissocial/#respond Fri, 16 Aug 2019 11:00:20 +0000 http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/?p=159

Muitos de vocês, usuários das mídias sociais, já devem ter topado com este “meme” do Sonic pistola antissocial. Como a maioria desconhece sua origem, iremos esclarecê-la e aproveitar a oportunidade para desbravar esta tendência estética e comunicacional.

Vamos começar pelo início? A origem da circulação desta imagem (pasmem) é justamente a 16 Bits da Depressão. Sobre seu contexto, o meme surge na seção de comentários de determinada postagem como um complemento de diálogo entre Sonic e Mario.

Como podemos ver, uma pequena inserção complementar acabou desencadeando uma série de reproduções, feitas das mais variadas formas, sob diversos veículos.

Entre as formas como é reproduzida, talvez a mais difundida atualmente seja como figurinha no aplicativo whatsapp. 

Só que não para por aí. Também a vemos circulando em produtos comercializados, cartazes de utilidade pública e até mesmo como tatuagem!

A própria frase acabou virando bordão comunitário no Twitter, sendo utilizada em massa após sua publicação original em 2017.

Desde então, notamos o surgimento de uma estética peculiarmente semelhante e análogo ao “shitpost”. Que, para quem ainda não conhece, trata-se de uma categoria de conteúdo deliberadamente desprovido de sentido, em baixa qualidade, muitas vezes apresentando desconexão entre um pequeno texto de caráter mundano e a imagem, quase como uma ode ao ridículo ou ao aleatório.

A descrição pode até parecer desdenhosa, o que seria um equívoco já que boa parte deste material se apresenta auto depreciativamente e ainda carrega um público engajado por entretenimento barato, comigo incluso. Como notório seguidor, destaco os perfis das páginas Personagens de games dando conselhos importantes sobre a vida , Macintosh 1984 e Bad Vibe Memes , que constantemente apresentam figuras bem semelhantes ao nosso Sonic esbravejador.

As peculiaridades destes materiais e as dimensões da comunidade envolvida fazem ponderar sobre uma tendência comunicacional da cibercultura, derivada dos memes, que vai além de um nicho cultural e mercadológico.  Um fenômeno espontâneo, transbordado em uma enxurrada de informações carregadas pelas espetaculizações midiáticas, demonstrando um sentimento de fadiga contra o culto e o belo, e que é abraçado por uma contracultura cibernética – perfeitamente sintetizado pelo “mano, não me dirige a palavra não. Faz favor.”.

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Zueirama! Confira nossa análise do game mais zoeiro do ano http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/08/09/zueirama-confira-nossa-analise-do-game-mais-zoeiro-do-ano/ http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/08/09/zueirama-confira-nossa-analise-do-game-mais-zoeiro-do-ano/#respond Fri, 09 Aug 2019 12:30:16 +0000 http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/?p=148

Lá vou eu escrever um tipo de conteúdo que raramente faço porque simplesmente deixei de consumir: análise de jogos.

No auge da era 16 bits, as análises de revistas especializadas em games eram sedutores convites à economia do dinheiro do lanche e do troco do pão com a finalidade de alugar fitas na sexta-feira. A leitura daqueles reviews poderia evitar a frustrante experiência que é abdicar de guloseimas para acabar com um jogo desinteressante por todo final de semana.

Quanta falta me fez ter disponível um review do jogo “Sword of Sodan”, de Mega Drive. Seria o tipo de frustração que eu adoraria poder ter substituído por um divertido final de semana com “Alisia Dragoon”, subestimado jogo que conheci tardiamente, já na era dos emuladores, cujo review também passou despercebido pelas revistas que li naquele tempo.

Em se tratando de outro jogo que tem repercutido bem menos do que merece, me sinto no dever de trazer uma análise, mesmo que breve, desta obra que promete reunir tudo que compõe a essência do que faço: humor e retrogames.

Desenvolvido pela Memes Games (Clayton Lima, Francisco Pinho e Wagner Pinho), “Zueirama” nos faz assumir o controle de Zoinho, um preguiçoso motoboy cujo principal passatempo é “trollar”.

Em uma humorada jornada heroica contra o temido Sargento Sádipo, Zoinho precisa resgatar sua namorada enquanto enfrenta coxinhas, mortadelas e outros monstrinhos rabugentos baseados na cultura da internet. A sátira política do game vem recheada com diversos personagens reconhecíveis e diálogos que irão fazer você procurar pelas referências.

E não são somente pequenas referências, o jogo está repleto de “easter eggs” e colecionáveis que convidam a exploração de cada canto do jogo em busca de algo inusitado. São inúmeros detalhes exigindo atenção e até mesmo o auxílio de amigos antenados na internet para decifrá-los. Acho até difícil que alguém consiga captar todos eles em uma única jogatina. Eu mesmo notei várias referências passando despercebidas e só tive o conhecimento graças aos seguidores atentos em nossa live.

O jogo também não poupa pixels no quesito jogabilidade, variando entre o clássico jogo de plataforma para o também clássico “shooting”, contendo diversos mini-games inusitados espalhados pelas 23 telas em 16 fases.

O fator desafio é presente no jogo através da modalidade de jogo “raiz”, que pode ser alterada para um modo “nutella”, funcionando como uma espécie de “easy mode”. De ambas as formas, os 7 chefões do jogo exigem um pouco de prática e persistência para serem derrotados. Exatamente como se espera de um jogo feito em homenagem à cultura retrô.

Consigo despontuar apenas algumas pequenas coisas durante minha jogatina. Imagino que a experiência seria bem mais desafiadora se os itens e upgrades fossem mais caros, uma vez que adquire-se muitas moedas ao matar inimigos nas primeiras fases. Também notei alguns pequenos “bugs” na penúltima fase e durante a batalha final contra o boss.

Vale ressaltar que os desenvolvedores do game estavam ligados em nossa live e nos informaram que esses bugs seriam corrigidos muito em breve. Inclusive, aproveito o espaço para agradecê-los por terem gentilmente cedido a key do jogo para este review aqui no Start.

Sem mais delongas para a conclusão: pode economizar o dinheiro do lanche porque estes serão os quinze reais e noventa e nove centavos mais bem empregados do ano. Basta correr aqui na Steam e aproveitar o desconto de 20% por tempo limitado.

Além de adquirir um jogo extremamente divertido, você estará incentivando um produto de qualidade, 100% brasileiro, desenvolvido por uma pequena equipe de jovens talentosos e amantes da zoeira.

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Teste: em qual mundo dos videogames você foi parar? http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/08/01/teste-em-qual-mundo-dos-videogames-voce-foi-parar/ http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/08/01/teste-em-qual-mundo-dos-videogames-voce-foi-parar/#respond Thu, 01 Aug 2019 07:00:00 +0000 http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/?p=139 Quem nunca se perdeu? No mundo real ou virtual, seja com aplicativos de localização ou coordenadas indicando o local de missão, eventualmente acabamos perdidos em um local que sequer imaginávamos. Por vezes em localidades bem mais interessantes que nosso atual destino, outras vezes em algumas enrascadas de causar calafrios.

Preparamos um teste para que você descubra em qual lugar dos games você acabou se perdendo. Leva apenas alguns segundinhos, boa sorte!

Ah! Não deixe de compartilhar conosco seu resultado e o que você fará para se safar desta.

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Será que “OutRun 2019” acertou o futuro? Bora investigar! http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/07/25/sera-que-outrun-2019-acertou-o-futuro-bora-investigar/ http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/07/25/sera-que-outrun-2019-acertou-o-futuro-bora-investigar/#respond Thu, 25 Jul 2019 12:40:54 +0000 http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/?p=126

A ficção-científica contempla diversas obras do passado que trazem previsões de um futuro que não se concretizou, ou se concretizou apenas em algumas partes.
George Orwell previu um totalitarismo de nível continental com extensivo uso de tecnologia para controle de massa em 1984. Stanley Kubrick e Arthur C. Clarke imaginaram uma odisseia no espaço em 2001. Já De Volta Para o Futuro Parte 2 nos prometeu carros voadores e skates flutuantes em… 2015.

Fora do cinema e das páginas de livros, os games não ficam pra trás no quesito de obras futurísticas. Temos invasões alienígenas, rebeliões de máquinas, guerras bio-nucleares e diversos cenários pós-apocalípticos que (felizmente) ainda não ocorreram.

Mas hoje vamos analisar as predições de um jogo de corrida lançado para o Mega Drive em 1993 e ambientado em nosso ano de 2019. Estamos falando da versão futurista de um grande clássico da SEGA, o Outrun 2019!

Ao que tudo indica, os desenvolvedores do jogo foram cautelosos em seus devaneios sobre como nossa sociedade seria em 26 anos. Analisando a paisagem urbana, estradas e obstáculos, não percebemos nada distante da realidade do nosso mundo ao redor. Temos até alguns exemplos de cidades como Singapura e Dubai, cujas paisagens conseguem ser até mais complexas e extravagantes que os “sprites” do jogo, conforme mostram as imagens de 1 ao 6.

Quanto aos cenários das imagens 7 e 9, a coisa começa a ficar com um aspecto um pouco mais distante da nossa realidade atual. Pelo menos eu não me recordo de nenhuma ponte feita de material transparente semelhante a acrílico, ou de uma cidade dourada com edifícios banhados a ouro. Isso, é claro, se não considerarmos que a coloração das estruturas é devida apenas aos raios solares.

A imagem 8 mostra o que seria o mais distante de nós em termos de tecnologia: uma estrada rumo ao espaço sideral. Ou seria simplesmente uma estrada ao céu noturno? Em se tratando da cena final do jogo, podemos imaginar que os desenvolvedores tinham guardado algo mais ousado e, sendo assim, a primeira hipótese seria a correta.

O compositor da trilha musical também não quis arriscar sobre a tendência musical de 2019 e se manteve próximo ao estilo clássico dos jogos de corrida da época, como Top Gear e F-Zero: ritmo acelerado em compassos de 4/4, com uma linha melódica marcante e uso excessivo de arpejos. Confira:

Partindo para o que realmente interessa para muitos, é hora de analisar o objeto central do jogo: o possante.

Antes de tudo, é bom esclarecer uma diferença inusitada entre as diferentes versões de OutRun 2019. Na versão japonesa, a velocidade máxima atingida é de 341 km/h, enquanto nas versões europeia e americana as velocidades são, respectivamente, 682 km/h e 1098 km/h.

Comparando com o carro da versão japonesa do jogo, temos diversos automóveis esportivos atuais que ultrapassam a velocidade com facilidade, como o Koenigsegg Agera RS, o Hennesey Venom GT e o Bugatti Veyron.

Quanto aos incríveis 1098 km/h que o carro da versão americana atinge, precisamos deixar os carros comerciais com combustão a gasolina de lado e recorrer aos veículos com propulsão semelhante à de foguetes. Em 1997, apenas 4 anos após o lançamento do jogo, o ThrustSSC alcançou inacreditáveis 1227.985 km/h e entrou para o Guinness como o veículo de solo a registrar maior velocidade.

Sejamos justos: obviamente um foguete sobre rodas não consegue ter um controle de curvas como o veículo do jogo. Tampouco consegue se projetar no ar através de rampas ou percorrer enormes distâncias sem precisar reabastecer. Sendo assim, podemos dar mais um ponto ao jogo por ter concebido tal tecnologia que somos incapazes de reproduzir em 2019.

No geral, Outrun 2019 conseguiu produzir um mundo relativamente semelhante ao nosso, possivelmente devido à cautela dos desenvolvedores ao contemplar outras obras de ficção científica imprecisas.
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Aguardamos vocês daqui a 981 anos para conferir as previsões do jogo Top Gear 3000.

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Agostinho Carrara em GTA 6 e outras petições malucas do gamer brasileiro http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/07/16/dez-peticoes-que-comprovam-que-o-brasileiro-desconhece-limites/ http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/07/16/dez-peticoes-que-comprovam-que-o-brasileiro-desconhece-limites/#respond Tue, 16 Jul 2019 15:00:06 +0000 http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/?p=101

Não é de hoje que sabemos que o brasileiro desconhece limites em se tratando de zoeiras na internet, ainda mais quando o assunto são games e cultura pop em geral. Para comprovar, separamos algumas petições que você não vai pensar duas vezes antes de assinar.

Agostinho Carrara em GTA 6

Começamos por esta petição que está circulando bastante pelas redes. Nosso querido Agostinho Carrara, de A Grande Família, é requisitado a estar presente no GTA 6. Ainda não há confirmação oficial sobre o próximo jogo da franquia se passar no Brasil, mas isto não nos impede de imaginar o Agostinho como taxista particular do protagonista do jogo.

Magalu em Super Smash Bros.

Ok, eu tenho um pouco de dificuldade em imaginar como seria a Magalu em uma voraz batalha com personagens da Nintendo, mas se a própria consegue se imaginar lutando contra Mario, Fox, Zelda, Kirby e Donkey Kong, sinal de que seria até possível.

Lula em World of Warcraft

“Pela horda, meus cumpanheiros!”, “Nunca antes na história deste reino…”.

Pitty fora de Mortal Kombat

Geralmente as petições que vemos são para incluir ou adicionar algo nos jogos. A famigerada dublagem da Cassie Cage feita pela Pitty em Mortal Kombat X conseguiu algo raro; uma petição para que a dublagem da cantora fosse completamente substituída.

O pai de família em Mortal Kombat 11

Depois da petição que solicitava a inclusão do personagem Salsicha em Mortal Kombat, não demorou para que fãs brasileiros iniciassem suas demandas. Claro que a 16 Bits da Depressão não poderia ficar de fora, e olha só quem escolhemos para nos representar: o saudoso pai de família. A petição foi um sucesso e contou com um grande número de apoiadores. Como diria o Vegeta, foram “mais de 8.000”!

Michel Temer em Mortal Kombat 11

Achou que iria parar no Jaílson Mendes? Pois nem o nosso ex-presidente ficou de fora da lista de cogitados a entrar no hall de lutadores do Mortal Kombat 11. Imagine só seus golpes fatais…

Troca a música, TecToy!

Puxa vida, TecToy! Em se tratando de jogos da SEGA, a trilha musical dificilmente deixou a desejar, então vocês poderiam ter caprichado um pouco mais na seleção da música de menu do console.
Para entender melhor os motivos que levaram fãs a abrir esta petição, escute a música a seguir. Dê play por sua própria conta e risco.

Sanic

Taí uma petição que foi bastante recorrente após divulgação do trailer do filme do Sonic. Sugestões para substituir o visual do nosso querido ouriço azul não faltaram e, particularmente, o “Sanic” é a minha preferida.

Homem Formiga x Thanos

Esta petição certamente foi a trollagem brasileira que mais repercutiu no mundo inteiro, chegando até a ser comentada pelo próprio ator que interpreta o Homem-Formiga. Confira!

Street Fighter acima de todos

Se a trilha musical do Guile combina com absolutamente tudo, como comprova o vídeo a seguir, por que não com nosso hino? Infelizmente, esta petição já foi encerrada, senão eu faria questão de assiná-la.


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Estas foram algumas das petições mais inusitadas que conseguimos encontrar. Ajude a complementar nossa lista com aquela petição bem louca que faltou ou então faça sua própria e envie pra nós!

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Consegue a vingança do 7 a 1? Tente o desafio em “Superstar Soccer” http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/07/08/consegue-a-vinganca-do-7-a-1-tente-o-desafio-em-superstar-soccer/ http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/2019/07/08/consegue-a-vinganca-do-7-a-1-tente-o-desafio-em-superstar-soccer/#respond Mon, 08 Jul 2019 20:03:30 +0000 http://16bitsdadepressao.blogosfera.uol.com.br/?p=83 Em 8 de julho de 2014, há exatos cinco anos, acontecia o famigerado 7 a 1 entre Alemanha e Brasil, bem aqui na nossa casa.

E nós sabemos exatamente o que você está pensando: “Deixa essa m**** pra lá, pô!”
Longe disso! Como bons brasileiros que não desistem nunca, agora temos a oportunidade de reverter esse jogo.

Henrique Beira, um grande entusiasta de jogos eletrônicos e querido membro da comunidade retro gamer brasileira, preparou uma “hack rom” de “International Superstar Soccer” em que é possível escolher um cenário de uma partida em andamento entre Brasil e Alemanha.

O objetivo é reverter o placar de 7 a 1 em apenas dois minutos de jogo restantes. Um desafio e tanto!

Mas não se preocupe. Você terá a ajuda de ninguém menos que Allejo, Gomez e Beranco!

Se você topar o desafio, basta baixar a rom aqui, abri-la no emulador de Super Nintendo de sua preferência e escolher a opção “Scenario” no menu principal.
Depois é só selecionar o desafio número 3 e pronto, você já estará na partida com uma missão que só pode ser cumprida pelo astro do futebol 16 bits: Allejo.

Boa sorte e não deixe de compartilhar conosco o seu resultado no desafio!

E, aproveitando que o assunto é futebol em 16 bits, acompanhe os gols da partida entre Brasil e Peru que garantiu a vitória brasileira na final da Copa América 2019 — tudo refeito no “International Superstar Soccer”.

Esperamos que o desafio proposto e a conquista da Copa América deixem o aniversário do 7 a 1 bem menos amargo.

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