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20 promessas e objetivos para 2020 nos games

16 Bits da Depressão

04/01/2020 04h00

O ano de 2020 promete ser bem agitado para a indústria dos games. Portanto, depois de pular 7 ondinhas,  resolvemos fazer esta pequena lista para sintetizar alguns acontecimentos relevantes e, quem sabe, te ajudar a se organizar ao longo de 2020.

1 – Jogar Streets of Rage 4 como se não houvesse amanhã

É um ano muito importante para os fãs de Mega Drive, que aguardaram mais de 25 anos pela sequência de seu amado Beat'em Up. Streets of Rage 4 aparece abandonando a tradicional pixel art e abraçando uma mecânica bem dinâmica, com personagens clássicos e inéditos, recheadao com uma trilha musical composta por grandes nomes da indústria (Yuzo Koshiro, Motohiro Kawashima e Yoko Shimomura). Não há data de lançamento, mas a garantia é de que ele sai ainda este ano.

Inclusive, nosso querido editor Renato Bueno conseguiu realizar uma breve jogatina durante a XO19, e a notícia é que o jogo está simplesmente "crocante".

2 – Não me envolver em "console wars" da 9ª geração

Esta não é uma promessa tão difícil de cumprir, tendo em vista que os jogos antigos continuam nos proporcionando muitas horas de diversão. Sem contar que PlayStation 5 e Xbox Series estão agendados para o fim deste ano, quando a cotação do dólar, segundo especialistas, estará por volta de R$ 3,80.

Inclusive, com as tensões geopolíticas atuais, seria mais plausível me envolver em uma guerra real do que me perder em sórdidas discussões sobre objetos de consumo.

3 – Assistir ao Cyberpunk 2077 levando o GOTY 2020

Como a jogatina poderá ficar de lado por motivos da promessa nº 11, só me restará assistir premiações. Evidentemente que minhas apostas vão para Cyberpunk 2077, a mais nova obra do estúdio que nos presenteou com Witcher 3. Os caras do CD Project RED prometeram uma experiência completamente imersiva em um distópico mundo aberto onde as modificações corporais fazem parte do cotidiano. Ah.. e também tem o Keanu Reeves, né?

Marque no calendário a data de 16 de abril de 2020. Possivelmente irei usufruir de um recesso neste período e não estranhem se meu rosto aparecer em algum cartaz com o escrito "desaparecido".

4 – Celebrar os 30 anos de Super Mario World

Esta terá que ser uma celebração muito bem feita. Afinal, são as bodas de pérola do principal jogo 16 bits do nosso querido mascote da Nintendo. Pode marcar o dia 21 de novembro no seu calendário e retornar aqui nesta data. Estaremos celebrando o maior clássico do Super Nintendo em grande estilo.

5 – Celebrar os 40 anos de Pac-Man

Quem disse que as nossas celebrações se restringiriam aos 16 bits? Dez anos antes de o Mario chegar no Super Nintendo nós já estávamos correndo de fantasminhas em Pac-Man.

O "come-come" revolucionou a indústria apresentando uma inteligencia artificial programada com excelência nos transistores da época e nos introduziu ao conceito de "power-ups". O mínimo que poderíamos fazer para homenagear tudo que Pac-Man representa para indústria é declarar um feriado no dia 22 de maio.

6 – Prestigiar o stand do Start na BGS 2020

Esta é outra promessa fácil de cumprir. Quem teve a oportunidade de visitar a BGS em 2019 certamente sofreu com a atração dos neons do Start. Lá é parada obrigatória para recarregar as energias da feira, se embolar num bate-papo ao vivo e ainda encontrar os ídolos e grandes profissionais dos games.

7 – Encher o saco da BGS para trazer Yuzo Koshiro ou Barry Leitch ao Brasil

Falando da maior feira de games da América Latina… É de praxe aproveitar o carisma e a proximidade que os organizadores da feira possuem com o público para fazer nossos pedidos. Como o idealizador da feira é outro grande entusiasta de retro games, as chances de algum desses nomes pintar por aqui são grandes.

A propósito, já posso até marcar este item da lista como concluído.

 

8 – Chorar de emoção (ou frustração) assistindo o filme do Sonic

Se tem uma coisa que nos proporcionou diferentes emoções, variando da tristeza até a alegria, passando por muitas risadas e até um recém suspiro pelo baby ouriço, esta coisa é o filme do Sonic. A estreia está marcada para 13 de fevereiro aqui no Brasil, e pode ter certeza de que estaremos lá para assistir ao filme imaginando como seria cada uma das cenas com o design divulgado inicialmente.

 

 

 

Vai ser difícil encontrar uma boa safra de memes para superar o que vimos surgir com o Sonic de Chernobyl.

9 – Invejar a genialidade da JoyMasher com o lançamento de Moonrider

Claro que me refiro a uma "inveja branca". Isto porque a JoyMasher é o primeiro nome que me vem à mente quando penso em jogos brasileiros que são uma ode aos jogos retrô.
Pelo que ouvi de alguns passarinhos, o novo jogo que eles estão trabalhando deve sair este ano e promete dar sequência aos desafiantes jogos de plataformas desenvolvidos pelo estúdio anteriormente .

Aproveito para convidar os leitores a dar uma passada no blog da Thais Weiller para conferir um pouco do processo criativo e da experiência de lançar jogos.

10 – Continuar roendo as unhas até o lançamento de Diablo IV

A Blizzard prometeu para Diablo IV tudo o que não tivemos em Diablo III: um aspecto sombrio característico do Diablo I com a experiência de jogabilidade do Diablo II. Essa promessa de retorno às origens vem acompanhada de um esbelto vídeo cinemático que me fez roer unhas e cogitar adquirir o jogo ainda em pré-venda. Aliás, não recomendo nenhuma das duas coisas.

11 – Passar raiva com os jogos que não rodam no meu PC

Pelo que vejo, este será um ano em que precisaremos deixar o saudosismo de lado para conferir algumas obras que estão vindo por aí. E como os jogos evoluem consideravelmente mais rápido que nosso poder aquisitivo, em algum dado momento será necessário recorrer a um upgrade (ou não).

Sorte que descobrimos um site totalmente em português para conferir se o seu PC é capaz de rodar determinado jogo, e já economizei diversas frustrações com isso. Quem quiser dar uma olhada, basta acessar o Gamespecial e realizar sua pesquisa.

12 – Reclamar da Nintendo, por qualquer motivo que seja

Nintendistas, não me levem a mal. Sempre costumo dizer que a Nintendo é a principal referência em fazer jogo bom, isso porque seu centanário controle de qualidade ajudou a moldar a demanda de consumo que temos hoje. Ainda assim, o descaso da empresa com o Brasil engloba a ausência de jogos em português, escassa participação em eventos nacionais e a falta de jogos monetariamente ajustados para nossa moeda, o que fez com que vários usuários tivessem que "migrar" suas contas para países estrangeiros. Inevitavelmente, qualquer reclamação feita sem a representação oficial corre o risco de permanecer no limbo. Então, até que retornem ao Brasil, vamos xingar muito no Twitter em 2020.

13 – Pedir o PS4 emprestado de alguma alma caridosa pra poder jogar Ghost of Tsushima

Não escondo de ninguém que sou grande fã de Jidaigekis, então a raríssima oportunidade de jogar um jogo de samurai em narrativa histórica, completamente distinto do que foi Sekiro ou Nioh, para mim é indispensável. Para quem ainda não sabe, Ghost of Tsushima é o exclusivo da Sony que tem seu lançamento agendado para o terceiro trimestre de 2020. Caso eu falhe em cumprir a promessa nº 2, agora vocês sabem de qual lado estarei.

14 – Ficar em "shock" ao jogar o remake de System Shock

Este é um remake não tão aguardado pela comunidade quanto os remakes da Capcom ou da Square/Enix, mas certamente já nutre o hype dos fãs hardcore de jogos de ficção científica. O jogo original de 1994 não recebeu alcunha de "cult" à toa, sendo um dos primeiros FPS com estética futurista que dá passos bem além de Doom ou Wolfenstein 3D. Depois de quase 4 anos de seu financiamento coletivo, o jogo deve chegar no primeiro bimestre para aliviar a ansiedade pelo Cyberpunk 2077.

15 – Tentar criar o mínimo de hype necessário para jogar o novo Final Fantasy VII

Sim, o jogo está muito bonito, bonito demais. Aparentemente há diversas mudanças na mecânica que chegam para atualizar e dar mais fluidez à experiência. Acontece que, ainda assim, a minha vontade de esperar algumas dezenas de horas para jogá-lo é minima. Possivelmente porque minhas lembranças da experiência jogando FF VII no PlayStation ainda são bem vívidas, e quando tive a oportunidade de rejogá-lo recentemente a impressão que tive é que o jogo envelheceu muito bem, e isso descartaria a necessidade de um remake. Pelo menos da minha parte, a reimaginação do FF VI seria bem mais interessante.

16 – Prestigiar a criação de conteúdo dos colegas

Essa promessa também é fácil de cumprir, já que sou grande baba-ovo das pessoas talentosas que se dedicam a manter viva a paixão por retro games. Fica difícil destacar algumas recomendações porque posso correr o risco de deixar grandes criadores de fora, ainda assim arrisco recomendar que acompanhem o Defenestrando Jogos, do Celso Afinni (que inclusive tirou um tempo para bater um delicioso papo conosco por aqui) e, é claro, a Warpzone e o Jogo Véio, que fazem incríveis publicações impressas que exalam nostalgia.

17 – Quase esqueci: evitar spoilers de tudo isso

Este é um objetivo difícil de cumprir para quem trabalha com redes sociais e internet em geral. A vantagem dos videogames é que  spoilers não impactam tão negativamente quanto os relacionados a filmes ou séries, mas ainda assim é um terrível incômodo para aqueles que apreciam, sobretudo, as narrativas dos jogos. Infelizmente, há poucos recursos para evitar spoilers sem precisar se abster das redes sociais, e o jeito é apelar para filtros de palavras disponíveis nas plataformas ou plugins de navegadores. Alternativamente, você também pode ameaçar a integridade física de quem posta spoiler no feed – acho que vou aderir a este recurso.

18 – Me viciar em algum jogo mobile da vida

Isto não se trata de promessa e nem de objetivo, apenas é algo que inevitavelmente acontece com quem gosta da praticidade de jogar no celular. Só em 2019 consegui me viciar e desviciar de pelo menos três jogos: Sega Heroes, Saint Seiya Awakening e KOF All-Star.

Como já sei que um jogo de Street Fighter semelhante a esses já se encontra em fase beta na China, deixo aqui minha aposta.

19 – Assistir apreensivamente ao trailer do filme de Mortal Kombat

O filme está marcado para começo de 2021, então é bem provável que haverá pelo menos um trailer nos aguardando este ano. A produção é da New Line Cinema, com participação da NetherRealm e grana da Warner Bros, além de contar com a participação de Hiroyuki Sanada no elenco – não me recordo ter assistido a algum filme ruim com ele. Há grandes chances de ser uma das poucas adaptações cinematográficas de um jogo de videogame que preste, veremos.

20 – Evitar a falência

Objetivo número 20 que é a prioridade número 1. Botando na ponta do lápis o valor dos jogos que pretendo jogar e que listei aqui, o rim chega até coçar. Então mais do que nunca, jobs pra freelas são bem-vindos, e você consegue me contactar em 16bitsdadepressao@email.com

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Esta foi nossa lista de 20 promessas e objetivos para 2020. Fique à vontade para fazer sua própria lista e conferir conosco o que foi alcançado (ou não) no final do ano.

Sobre o Blog

Diversão, alegria e jogos eletrônicos! Ou decepção, sofrimento e um pouco mais de jogos eletrônicos? O 16 Bits da Depressão vai abordar os assuntos que estão em alta no universo gamer, sempre com muito bom humor e poucos pixels.

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